segunda-feira, 17 de setembro de 2012

The old that became new O velho que ficou novo


It is interesting to see how things are cyclical, like social behaviors and I include here the relationship of the artist / public which is no exception.
Until the mid-twentieth century concertos were the most important channel that the artists had to show their art.
Then came the recordings that popularized this work allowing magnificent records of exuberant interpretations and almost all the classics became public.
And today?
The ease of acquiring these recordings also brings an impasse. Without the sale of CDs and DVDs with insurmountable recordings made ​​by magnificent interpreters at everyone’s fingertips we feel the need to reinvent the concerts.
How???
We are in the "Age of Interpretation," as were the artists of the XVII, XVIII and XIX centuries, where composers showed their work in concerts with no other chance of survival.
And now? We have numerous media, which overwhelmingly invade the ears of the general public.
So ... we have the "listen" coming from the comprehension of that instant in which we live and that leads us to seek new channels of communication in time, respecting all the musical tradition we have and also working as the main guide of subsistence of live performances!
The old becomes new!!!
And... waiting for the public, such as waiting for the sponsorship of an earl or duke, to hear of our work.


É interessante perceber como as coisas são cíclicas, e os comportamentos sociais e incluo aí a relação artista/público não fogem à regra.
Até meados do século XX os concertos eram o canal mais importante que o artista tinha para mostrar sua arte.
Daí vieram as gravações que popularizaram esse trabalho permitindo que registros exuberantes de interpretações magníficas da quase  totalidade das obras clássicas viessem a público.
E hoje?
A facilidade de aquisição dessas gravações trazem também um impasse.
Sem a venda de CDs e DVDs, com  gravações insuperáveis realizadas por intérpretes magníficos ao alcance de todos temos a necessidade de reinventar os concertos.
Como???
Estamos na "Era da Interpretação", tal como estavam os artistas dos séculos XVII,XVIII e XIX, onde compositores mostravam suas obras em recitais sem nenhuma outra chance de subsistência.
E agora?? Temos inúmeras mídias, que avassaladoramente invadem os ouvidos do grande público.
Então...temos a "escuta" vinda  da compreensão desse instante que vivemos e que nos leva a buscar novos canais de comunicação "in tempo", respeitando toda a tradição musical que temos e também tendo como veículo principal de subsistência as apresentações ao vivo!
O velho que ficou novo!!!
E...esperando do poder público, tal como a espera pelo mecenato de um conde ou duque, a escuta do nosso trabalho.

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